(…) outras, contudo, estavam inseridas em redes femininas de vizinhas, amigas, conhecidas e parentes que já moravam na Espanha, o que também é recorrente para migrantes de outras nacionalidades, assim como para pessoas transexuais (Piscitelli 2007:21).
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Reflectindo no mundo interligado, mas que mantém o confronto a várias escalas entre o nós e o eles, ou até, com a nossa própria alteridade.
(…) outras, contudo, estavam inseridas em redes femininas de vizinhas, amigas, conhecidas e parentes que já moravam na Espanha, o que também é recorrente para migrantes de outras nacionalidades, assim como para pessoas transexuais (Piscitelli 2007:21).
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
As Migrações num Mundo Interligado
domingo, 27 de Setembro de 2009
Género e sexo/referenciais de identificação
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Crónicas de uma marginalização legalizada
sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Antropologia
João de Pina Cabral (1998)
quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
O individuo
Henry Miller, in "O Mundo do Sexo"
sábado, 4 de Julho de 2009
segunda-feira, 8 de Junho de 2009
(Travestis) Entre a estrutura que as apaga e lhes providencia recursos estratégicos (esboço de trecho de artigo para publicação).
Em particular, o salto para a Europa através de Portugal decorre, em grande medida, da abertura institucional ao nível de Estados, propiciada pelo Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta entre a República Portuguesa e a República Federativa do Brasil. Como resultado da legislação subsequente, qualquer cidadão brasileiro pode entrar em Portugal com estatuto turístico válido por três meses, renováveis por mais três, caso comprove meios de subsistência suficientes para o período de estadia previsto (nos termos da portaria 1563/2007 que regula a lei 23/2007) relativa aos meios de subsistência como requisito para a entrada, permanência ou trânsito em território nacional.
Mais concretamente, tais cidadãos têm que possuir 75€ per capita para entrar em território nacional e uma quantia de 40€ para cada dia de permanência provável em Portugal. Porém, e no caso de tal não se verificar, prevê-se ainda a possibilidade de um cidadão português se responsabilizar no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras pela sua pessoa, bastando para tal comprovar a existência de rendimentos e residência nos termos do nº1 e nº2 do art.12 da Lei 23/2007. Ora, e ainda que de forma menos técnica e precisa, é justamente o conhecimento de tal possibilidade legal, constantemente difundida nas redes de imigrantes brasileiros e, nomeadamente, de travestis, que leva a privilegiar Portugal como um destino, para ganhar muito dinheiro a curto prazo. Este especial relacionamento entre os dois estados é ainda reforçado por um Estatuto de Igualdade de direitos e deveres, bem como de direitos políticos que pode ser requerido após residência legal em Portugal, regulado pelo Decreto-Lei n.º 154/2003, 15 de Julho.
quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Pensar o presente para moldar o futuro.

No melhor de sua eloquência, os defensores do neoliberalismo falam como se estivessem prestando aos pobres, ao meio ambiente e a tudo o mais um fantástico serviço quando aprovam políticas em benefício da minoria privilegiada. As consequências económicas dessas políticas têm sido as mesmas em todos os lugares e são exactamente as que se poderia esperar: um enorme crescimento da desigualdade económica e social, um aumento marcante da pobreza absoluta, um meio ambiente global catastrófico, uma economia global instável e uma bonança sem precedente para os ricos.
Os governos subsidiam prodigamente as grandes empresas e trabalham para promover os interesses empresariais em numerosas frentes.
A democracia é admissível desde que o controle dos negócios esteja fora do alcance das decisões populares e das mudanças, isto é, desde que não seja democracia. Essas mesmas empresas querem e esperam que os governos canalizem para elas o dinheiro dos impostos, que as proteja dos concorrentes, mas querem também que não lhes apliquem impostos e que nada façam em benefício de interesses não empresariais, especialmente dos pobres e da classe trabalhadora.
Em vez de cidadãos, produzem consumidores. Em vez de comunidades, produzem shopping centers. O que sobra é uma sociedade atomizada, de pessoas sem compromisso, desmoralizadas e socialmente impotentes. Em suma, o inimigo primeiro e imediato da verdadeira democracia.
Tratados comerciais e acordos de negócios que ajudam as grandes empresas e os ricos a dominarem as economias das nações sem quaisquer obrigações para com as respectivas populações. Esse processo nunca foi tão claro quanto na criação da Organização Mundial do Comércio (OMC) no princípio dos anos 1990 e, mais recentemente, nas negociações secretas para a implantação do Acordo Multilateral sobre o Investimento (AMI). Na verdade, a incapacidade de propiciar uma discussão sincera e honesta é realmente uma das mais notáveis características da globalização.
Para que a democracia seja efectiva é necessário que as pessoas se sintam ligadas aos seus concidadãos e que essa ligação se manifeste por meio de um conjunto de organizações e instituições extra mercado. Uma cultura política vibrante precisa de grupos comunitários, bibliotecas, escolas públicas, associações de moradores, cooperativas, locais para reuniões públicas, associações voluntárias e sindicatos que propiciem formas de comunicação, encontro e interacção entre os concidadãos.
Se agirmos com a ideia de que não haverá possibilidade de mudança para melhor, estaremos garantindo que não haverá mudança para melhor. A escolha é nossa, a escolha é sua.”
quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Reflexões
Cultural orders constructs gender and create subjects (idem:573).
It is possible to claim sex membership in a sex category even when the sex criteria are lacking. Gender, in contrast, is the activity of managing situated conduct in light of normative conceptions of attitudes and activities appropriate for one`s sex category (Zimmerman & West 1987:127).
“female” and “male” are cultural events – products of what they term the “gender attributes process” – rather than some collection of traits, behaviours, or even physical attributes (idem:132).
sábado, 18 de Abril de 2009
quarta-feira, 15 de Abril de 2009
Violencia nas escolas.. um evento do passado?

Nos tempos que correm é tudo menos notícia o crescente exponenciar da indisciplina e violência nas escolas portuguesas. Mas, o fenómeno está longe de ser único, encontrando-se sim generalizado em praticamente todos os países democráticos que têm vindo a preconizar um aumento dos poderes e liberdades dos alunos face a um proporcional decréscimo dos poderes e autoridade dos professores e da escola em sí.
Embora o fenómeno seja comum a vários países, são as medidas adoptadas para eliminar o problema que marcam a diferença.
No Reino Unido os pais dos alunos que pratiquem vandalismo, agressões físicas e verbais ou outros actos de violência e indisciplina no espaço escolar serão multados em valores que rondam as 50 libras (aproximadamente 56 euros) em multas que quando acumuladas podem atingir os 1450 euros.
“As intimidações verbais e físicas não podem continuar a ser toleradas nas nossas escolas, sejam quais forem as motivações”, sublinhou a Secretária de Estado para as Escolas (britânicas).
“As crianças têm de distinguir o bem e o mal e saber que haverá consequências se ultrapassarem a fronteira”. Adiantou ainda que “vão reforçar a autoridade dos professores, dando-lhes confiança e apoio para que tomem atitudes firmes face a todas as formas de má conduta por parte dos alunos”.
Segundo garante a secretária de estado o objectivo da medida é transmitir aos pais que a escola não irá assumir as responsabilidades dos pais, em caso de comportamento violento dos seus filhos. Estas medidas serão sustentadas em ordens judiciais para que assumam os seus deveres de pais e em cursos de educação para pais, com multas que podem chegar às mil libras, se não cumprirem as decisões dos tribunais”.
“O Livro Branco dá ainda aos professores um direito claro de submeter os alunos à disciplina e de usar a força de modo razoável para a obter, se necessário”.
O estado critico de Portugal

quinta-feira, 9 de Abril de 2009
Egoismo social doentio
Depois, levaram os sindicalistas e eu nada disse, porque não era sindicalista
Depois, levaram os judeus e eu nada disse, porque não era judeu
Depois, levaram-me a mim e já não havia ninguém que me pudesse defender.
Martin Niemöller
Para sermos solidários e críticos, não tem que se passar connosco!
segunda-feira, 23 de Março de 2009
AS FAMILIAS QUE SOMOS
quarta-feira, 18 de Março de 2009
História infantil
Dizem que há muito muito tempo atrás, Deus tinha acabado de criar o mundo e tinha criado os grandes montes, os grandes oceanos , os grandes desertos, e tinha também feito os animais, tinha feito o homem, tinha feito a mulher, e como dá muito trabalho fazer o homem e a mulher porque eles nunca estão satisfeitos com nada, deus subiu até ao alto do monte e sentou-se.
Sentou-se e deu um grande suspiro, e daquele suspiro saíram dois seres, do interior do criador, saíram dois seres mais, ninguém consegue adivinhar quais.
Eram eles a mentira e a verdade.
A mentira e a verdade eram duas mulheres.
A mentira era assim uma mulher um bocadinho de meter medo ao susto, mas a verdade, oh, a verdade era a mulher perfeita. Tinha um olhar translúcido, deixava transparecer toda a sua pureza, toda a sua sinceridade. A mentira não.
-- Ora muito bom dia, ah ah ah , olhe que aqui cheira muito bem, você deve ter cá um jeito para cozinha… E era assim que ela conhecia um caldinho.. Dormir num sítio…
A verdade coitadinha, como não conseguia dormir passava mal.
Um dia em que a vida corria melhor e melhor para a mentira, ia ela de uma aldeia para a outra ia ela pelo caminho fora quando começa a ouvir um pranto de desespero atrás de uns arbustos. Ela saiu do caminho e aproximou-se daqueles arbustos. Quando espreitou era a sua irmã baba e ranho por todo o lado, com os olhos inchadíssimos…
--- Ehh, oh verdade tu sai-me daí, tu nem digas que és minha irmã que eu tenho vergonha.
Ela saiu coitadinha estava muito mal e dizia que estava farta daquela vida….
Ela teve pena, compadeceu-se daquele sofrimento e de um saco que trazia consigo a mentira começou a tirar uns panos dourados, uns panos prateados umas coisas para fazer uns penteados esquisitos e transformou a verdade numa pessoa completamente diferente.
-- Alto! Não sigas caminho ainda. Tu agora quando fores para a próxima cidade verdade, tu vais dizer que o teu nome é história. Daqui em diante o teu nome vai ser sempre história, nunca digas que o teu nome é verdade, e desde então a verdade, vestida com panos da mentira seguiu o seu caminho e bateu á porta de todos os homens e todos os homens a deixaram entrar na sua casa e no seu coração e se nos olharmos bem para uma história nos sabemos que todas as histórias são grandes mentiras, mas no fundo bem lá no fundo há um bocadinho de verdade.
Fonte:
História contada por Tânia Silva á TSF como apresentação do que ira ser o Encontro de literatura infantil no Porto no dia 19 de Março, que vai juntar escritores, ilustradores, professores e contadores de histórias
quinta-feira, 5 de Março de 2009
Metallica - Leper Messiah
domingo, 1 de Março de 2009
Nada
It is because signs appear to acquire their full ideological value – appear to be open to articulation with wider ideological discourses and meanings – at the level of their associative meanings (that is at the connotative level) – for here meanings are not apparently fixed in natural perception (that is, they are not fully naturalized), and their fluidity of meaning and association can be more fully exploited and transformed (idem:512).
É portanto ao nível denotativo que as ideologias dominantes se posicionam, e ab contrarium, ao nível conotativo que a dinâmica transformativa se opera sobre o significado, derivando para uma interpretação e condição polissémica do discurso, bem como para uma correspondente diversidade das práticas ou apropriações estratégicas do significante dominante, ou seja denotativo/literal. The domains of “preferred meanings” have the whole social order embedded in them as a set of meanings, practices and beliefs (ibidem:512), dominação essa que se ergue sobre uma panóplia de sanções, legitimações e limites impostos por sistemas de coercibilidade. Esta ideia devidamente adaptada, constitui-se como a base de todo o pensamento de Judith Butler no que concerne à problemática sexo/género. Para ela o género constitui-se mais como uma questão de performances sociais reiteradas/ritualizadas de diferenciação e legitimação de hierarquias, do que como uma realidade apriorística, stopped as an attribute of a person, sex inequality takes the form of gender; moving as a relation between people, it takes de form of sexuality. Gender emerges as the congealed form of sexualisation of inequality between men and women (Katherine Franke in Butler 2006:XII). Ou seja:
When the constructed status of gender is theorized as radically independent of sex, gender itself becomes a free-floating artifice, with the consequence that man and masculine might just easily signify a female body as a male one, and woman and feminine a male body as easily as a female one (idem:9).
No mesmo sentido, Foucault considera que a lei, neste caso a que institui uma heterossexualidade alicerçada na existência de apenas dois géneros, feminino e masculino, cria a noção de uma lei prévia ao sujeito, naturalizando desta forma essa existência. No entanto, esse mesmo enunciado discursivo que estigmatiza e classifica a alteridade e simultaneamente legitima o normal, abre nessa sua apetência pela ordem positivamente discriminada, espaço à sua própria subversão (Foucault in Butler 2006). A lei ao discriminar o certo cria um vácuo imenso para tudo o que a seus olhos se revele como subversivo e poluidor, esse sujeito has developed some wrong condition or simply crossed over some line which should not have been crossed and this displacement unleashes danger for someone (Douglas 1969:4), pelo que a quebra do tabu se constitui como a negação da lei, negação essa infinitamente mais vasta do que aquilo que objectivamente visa negar. In representation, one sort of difference seems to attract others – adding up to a spectacle of otherness (Hall 1997:231-232), em que a negociação do sentido, ou seja a negociação muitas vezes agonística das representações, se desenrola num infindável entrelaçar de elos, em que uma forma de negação apenas pode ser entendida tendo como referência aquilo que tendencialmente se revela como hegemónico e simultaneamente objecto da negação. Hall goes on to argue, messages have a “complex structure of dominance” because at each stage they are “imprinted” by institutional power-relations (Hall 2003:507).
quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Cognição social e teoria da Mente
Enquanto a hipótese ecológica defende que terão sido questões adaptativas relacionadas com a sobrevivência dos animais tais como os comportamentos de foraging ou técnicas de evitação de predadores as verdadeiras responsáveis pelo grande desenvolvimento da inteligência em primatas, a hipótese social, também conhecida como hipótese maquiavélica, defende que na base deste desenvolvimento estarão os desafios sociais específicos da sociabilidade dos grupos de primatas.
A cognição social está intimamente ligada com a Teoria da mente, pois é dela que depende não só uma maior capacidade de compreensão e manipulação social como também a aquisição de níveis superiores de intencionalidade no comportamento animal.
Deixo-vos com uma breve apresentação sobre este vasto tema.
terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
BE NORMAL! snälla...
Em ambos os filmes está presente um, ou quem sabe "o" verdadeiro problema da homo e da transsexualidade: A pressão social para uma "adesão" á normalidade estatistica.
Ma vie en rose (1997)
IMDB
Fucking Åmål (1998)
Numa frase: "Como sair, do armário (Literalmente)"
sábado, 6 de Dezembro de 2008
A LESBIAN IS NOT A WOMAN
terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
Reflectir sobre o porquê das coisas
"Antigamente o parceiro de Portugal no fundo de todas as tabelas europeias era a Grécia, por vezes a Espanha. (...) Agora Portugal passou a ter comparação com alguns países do Leste europeu."
João Paulo Guerra, Jornalista in "Diário Económico", 2-12-2008
No topo da tabela estão o Luxemburgo, a Noruega e os Estados Unidos da América. Mais no fundo e atrás de Portugal, estão apenas a Hungria, a Eslováquia e a Polónia, três países da União Européia, membros da OCDE, assim como o México e a Turquia. Portugal foi em 2005 ultrapassados pela Republica Checa e apesar de estarmos mais pobres que países como a Coreia do Sul e a Grécia pagamos mais pelo que consumimos e mantemos o ritmo de consumo.
Consumimos, consumimos caro, e sobretudo não temos consciência de que consumimos caro. Mas basta dar uma voltinha por fora destas quatro paredes para nos apercebermos de que algo está determinantemente mal com o sistema português.
Abaixo duas fotos que tirei a uma máquina de vendas automática numa estação de comboios na Alemanha... dá realmente que pensar quando vejo nas mesmas estações de comboios, mas em portugal, os mesmos produtos ao dobro do valor cobrados a quem ganha 3 vezes menos.
Quem guardará este lucro?
parte do texto adaptado de: http://www.lusomotores.com/index.php?option=com_content&task=view&id=1673&Itemid=93
quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Selecção sexual - Questionário

Ainda hoje, quando ouvimos falar em selecção tendemos a remer de imediato esta ideia para Darwin e para a selecção natural. Tal acontece muito provavelmente porque, embora Darwin tenha simultaneamente enunciado os princípios da selecção sexual, esta ideia ter sido praticamente ignorada e até rejeitada até cerca de 1970. Este principio foi logo em 1871 sugerido por Darwin como tentativa de resolver a aparente incongruência entre a adaptação e o desenvolvimento de características potencialmente minimizadoras das possibiliidades de sobrevivência dos indivíduos como o são traços exageradamente exuberantes como as penas do pavão macho. Darwin esboçou na sus obra The descent of man como se segue a sua ideia acerca da selecção sexual:
“when the females and males of any animal have the same general habits of life, buit difffer in structure, coliur or ornament, such differences have been mainly caused bu sexual selection: that is by individual males having had, in successive genearations , some slight advantage over other males in theyr weapons means of defence, or charms wch tey have transmited to theyr male offspring alone” Darwin , (1871).
Na maioria dos vertebrados incluindo os primatas não existem praticamente diferenças na forma e tamanho corporais dos indivíduos até á puberdade (Badyaev, 2002). Apartir da puberdade os corpos começam a especializar-se e a diferir devido ao desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários. Caracteres sexuais secundários são todos aqueles que se desenvolvem sem qualquer relação com a reprodução em si mesma (ex: seios permanentemente inchados nas mulheres, Barba e Pénis demasiado grandes proporcionalmente ao tamanho corporal no caso dos homens) .
A psicologia evolutiva é uma ciência com aproximadamente duas décadas que tem vindo a abordar este tema até muito recenetemente pouco estudado.
Esta ciência tem como pressuposto basilar a existência de um darwinismo comportamental, ou seja, á semelhança do que acontece com a selecção natural, visível nos traços físicos e adaptativos das diversas espécies (Asas para voar, braços grandes e longos para braquear nos primatas braqueadores, bicos grandes e robustos para comer sementes duras nos tentilhões das galápagos), a selecção natural terá actuado igualmente sobre os comportamentos de cada uma das espécies. Isto só é possível se concebermos, porque a psicologia evolutiva tem igualmente como pressuposto que os comportamentos são adaptações evolutivas codificadas nos genes tal como as características morfológicas sendo assim passadas através das gerações durante o processo de reprodução. Desta forma, á semelhança do que acontece com as características anatómicas, possuímos enquanto espécie tendências inatas para nos comportarmos de determinadas formas e para dar tendencialmente as mesmas respostas a determinados estímulos.
Um dos grandes ramos de estudo desta ciência, e também um dos que tem crescido mais rápido dentro da área da boologia evolutiva é a selecção sexual. De acordo com o mesmo autor, ao contrario do que se possa pensar a selecção sexual é uma selecção mais forte do que a selecção natural actua em cada geração ,sempre que existe escolha de parceiros sexuais, devendo por isso ser merecedora da nossa atenção enquanto evolucionistas.
Solicito agora a todas as mulheres e homens (Portugueses) que possam estar interessad@s em colaborar, o preenchimento deste pequeno questionário(so demora 5 minutos).
Destina-se a suportar um trabalho académico para a cadeira de Evolução do comportamento humano. Há versão senhoras e versão homens, desta vez é apenas um questionário destinado a mulheres e homens heterossexuais.
Para as meninas!
quizmulheres.freehostia.com
Para os meninos!
quizhomens.freehostia.com
é so clicar o link no link e preencher.
Desde já muito agradeço
:)
Sapiens
quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
Producing the Mothers of the Nation de Patricia Hill Collins
Existem ainda diferenciações propiciadas pela tecnologia, sub-divididas em reprodução genética, gestativa e maternidade social. As mães da nação são as de classe média e brancas, são as que correspondem ao ideal americano de maternidade e família. As mulheres de classe trabalhadora e as mulheres de cor, são as que se integram no sistema de políticas estaduais de população e que não raras vezes assistem a mãe ideal na sua função maternal.
segunda-feira, 20 de Outubro de 2008
Colonialismos e Valores nas suas várias acepções
Um filme origem portuguesa, sobre a história portuguesa.
Uma reflexção sobre o Portugal dos finais do século XIX que discorre sobre as várias acepções da colonização e tece uma forte critica á alta sociedade de então... tudo em torno do MISTÉRIO da estrada de Sintra...
"Conde Jorge Valadas -- pois saiba que os portugueses e as portuguesas dizem muitas coisas e fazem muitas mais, e quanto a impérios, ainda está para vir um que não caia.
Capitão Rytmel -- Ainda no outro dia me disse que os ingleses tinham feito um trabalho verdadeiramente civilizador na índia, uma transformação muito fecunda
Vasco -- Eu bem gostava de saber que transformação fecunda foi essa? que transformou toda aquela poesia quase de marfim numa coisa chata, trivial e suja de carvão e que trata a doce raça dos índios como se fossem cães irlandeses, e ensina-os a jogar criquet, e faz belíssimos cruzeiros sobre o Ganges destronando os seus legítimos reis enquanto que do outro lado do mundo sua majestade lhes envia uns sujeitos de suíças, crivados de dividas, que vão deportados governar quem lhes é mil vezes superior.
E quem é que faz tudo isto capitão Rytmel? ; a sua Inglaterra!
uma ilha feita, metade de gelo, e a outra metade de gordura e rosbife; habitada por piratas de colarinhos altos e odres de cerveja!"
UM FILME A NÃO PERDER.
domingo, 19 de Outubro de 2008
E se deus não existe?
segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
terça-feira, 30 de Setembro de 2008
Globalização
Globalização como compressão de duas categorias fundamentais de organização humana, espaço e tempo (Harvey 1989).
The globalization of production and consuption, or the heightened mobility of people, goods, ideas and capital, also creates transnational communities and generates a demand for the skills and out-looks these communities offer (Levit 2001:22).
Moreover, identity has come to supply something of an anchor amidst the turbulent waters of the - industrialization and the large - scale patterns of planetary reconstruction that are hesitantly named “globalization” and “late modernity” (Woodward 1997:312).
Globalização como processo de intensificação brutal de fluxos de capitais mercadorias, ideias, cultura e pessoas à escala mundial e das relações, articulações e dependências que se geram por seu intermédio entre indivíduos e sociedades (Giddens 1990, 2000).
quarta-feira, 17 de Setembro de 2008
Quando a noite cai
sábado, 13 de Setembro de 2008
The Clansman / Iron Maiden
with the wind in your face
It feels good to be proud
and be free and be a race
That is part of a clan
and to live on highlands
And the air that you breathe
so pure and so clean
When alone on the hills
With the wind in your hair
With a longing to feel ..
Just to be free
Is it right to believe
in the need to be free
It's a time when you die
and without asking why
Can't you see what they do
they are grinding us down
They are taking our land
that belongs to the clans
Not alone with a dream
Just want to be free
With a need to belong
I am a clansman .....Freedom
It's a time wrought with fear
it's a land wrought with change
Ancestors could hear
What is happening now
They would turn in their graves
they would all be ashamed
That the land of the free
has been written in chains
And I know what I want
When the timing is right
Then I'll take what is mine
I am the clansman
And I swear to defend
And we'll fight to the end
And I swear that I'll never
be taken alive
And I know that we'll stand
and we'll fight for our land
And I swear that my bairns Will be born free
And I know what I want
When the timing is right
Then I'll take what i want
I am the clansman
Freedom
And I know what I want When the timing is right
Then I'll take what is mine I am the clansman
No, no we can't let them take anymore
No we can't let them take anymore
We've the land of the free
Freedom
Is it right to believe
in the need to be free
It's a time when you die
and without asking why
Can't you see what they do
they are grinding us down
They are taking our land
that belongs to the clans
Not alone with a dream
Just want to be free
With a need to belong
I am a clansman
And I know what I want
When the timing is right
Then I'll take what is mine
I am the clansman
Freedom

